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Secretário de Segurança Pública cumpre agenda no Sudoeste e destaca reforço no policiamento

1 de set.
2 min de leitura

Da Assessoria


O secretário estadual da Segurança Pública, coronel Hudson Teixeira, esteve nesta sexta-feira (28) na região Sudoeste. A comitiva desembarcou no Aeroporto Municipal Paulo Abdalla, em Francisco Beltrão , onde foi recepcionada pelo prefeito Antonio Pedron e pelo secretário municipal de Cidadania e Segurança Pública, Rudimar Czerniaski.


Antes de seguir para a agenda em Dois Vizinhos, onde participou de uma reunião com comandantes e delegados para avaliar a realidade da segurança pública no município e na região, o secretário atendeu a imprensa em Francisco Beltrão.


Hudson destacou os avanços do Paraná na área da segurança pública e citou a evolução do Estado no Ranking de Competitividade dos Estados. “Nós estávamos em 10º lugar e hoje somos o quarto. Ficamos atrás apenas de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal”, afirmou.


Durante a passagem pelo Sudoeste, o secretário também falou sobre o reforço do policiamento na região, com a reestruturação das unidades de choque. Segundo ele, serão implantadas companhias no interior, com equipes preparadas para atuar em situações que exigem policiamento especializado.


“São equipes prontas para fazer o patrulhamento tático, com um efetivo mais robusto e mais equipado para atividades de choque. Considerando que aqui temos presídios e algumas regiões que carecem de um efetivo mais especializado, a região vai ganhar muito com esse tipo de tropa”, explicou.


De acordo com Hudson, a implantação será gradual, já que os policiais precisam passar por formação específica. “É necessário que façam cursos específicos para atividade de choque e para atividade de operações especiais. Mas, a médio prazo, a região vai ganhar muito com esse tipo de implemento no policiamento”, destacou.


O secretário também comentou o projeto de uma nova unidade prisional em Francisco Beltrão. Ele ressaltou a necessidade de ampliar o número de vagas e informou que, após o início do processo, a previsão é de dois a três anos para a conclusão, caso não haja intercorrências. “Nós temos um déficit de vagas muito grande em razão da produtividade policial. Logo que se inicia esse processo, a média que nós levamos de tempo é entre dois e três anos, se tudo não houver nenhum problema”, afirmou.


Sobre a Delegacia Cidadã, Hudson garantiu que o projeto segue avançando. “Tudo que nós comprometemos a fazer, estamos fazendo. Ela está avançando dentro daquilo que nós combinamos anteriormente. Nada recuamos em relação ao que foi dito”, afirmou.

 
 
 

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Editado por Andrei Lamera

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